é, eu vi, vi sim os lábios dele tocando outros que não eram os meus. e doeu, doeu muito, não pelo fato de ainda ama-lo e sim por ver que o beijo dado a outra era falso, que ele não estava feliz e sim estava se jogando nos braços de uma qualquer como forma de escapar da realidade que o assombrará, que era o fim do amor e mais uma vez doeu por ele estar ao meu lado enquanto beija-la, enquanto toca-la na frente de todos, por naquele dia ser meu aniversario e o presente dado pra mim por ele foi esse, e doeu, machucou tanto que não deu pra segurar as lagrimas e elas cairam carregadas de magoa e tristeza pelo fim de uma historia que tinha tudo pra dar certo e que um dia foi uma bela historia daquelas que a gente acredita que o fim sera Felizes pra sempre ao inves de o final trágico onde aquele que amou mais não teve reconhecimento de toda a sua dedicação e o outro se de fato amou não soube como demostrar e cuidar. E assim ambos magoaram um ao outro e o fim foi Culpados pra sempre até que possam perdoar a si mesmos.
quarta-feira, 9 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Sabe, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais.
Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências. Eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou revelando. Eu vou... e continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos.E vou dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem pra me dar.
Caio Fernando Abreu.
E a hora mais triste do amor, qual é?
Ah quem diga que o momento mais triste do amor é quando nos deparamos com o fim dele, sim o fim, o fim daquela magia, da vontade de estar junto, do desejo de compartilhar tudo desde momentos bons aos ruins, daquele querer dizer eu te amo e ouvir eu tambem, entre tantas outras coisas. E quando tudo isso se vai o que resta? Como admitir que hoje só se consegue apreciar o que passou e as forças para se criar ou viver novos momentos ja se foram? E o que colocar no coração para preenxer aquele vazio, pra impulsionar batimentos fortes de novo? e as borboletas do estomago quem vai provocar? e o tremor das pernas, será necessario um terremoto pra sentir de novo que o chão não ta embaixo dos pés? Na verdade é dificil admitir que o pra sempre, sempre acaba, até mesmo que continue, mas acaba, por mais que demoremos muito tempo pra nos darmos conta ou até mesmo para aceitar. E eu só queria saber como, como responder a estes questionamentos e descobrir como diz meu amigo Nando Reis, Quando foi que eu deixei de te amar? Onde eu deixei de te amar? E quem vai dizer tchau?
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