domingo, 17 de abril de 2011

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É, faz um bom tempo que não posto nada, pra falar a verdade não sei o porque, talvez por falta de tempo ou por não vir sabendo direito o que devia escrever aqui.. Mas senti saudades do fato de derrepente descrever como venho me sentido, coisas do tipo. Intão talvez eu possa resumir os meus mais recentes sentimentos, em: Foi então que comecei a me apaixonar violenta, profunda e imediatamente. C.F.A.

quarta-feira, 9 de março de 2011

é, eu vi, vi sim os lábios dele tocando outros que não eram os meus. e doeu, doeu muito, não pelo fato de ainda ama-lo e sim por ver que o beijo dado a outra era falso, que ele não estava feliz e sim estava se jogando nos braços de uma qualquer como forma de escapar da realidade que o assombrará, que era o fim do amor e mais uma vez doeu por ele estar ao meu lado enquanto beija-la, enquanto toca-la na frente de todos, por naquele dia ser meu aniversario e o presente dado pra mim por ele foi esse, e doeu, machucou tanto que não deu pra segurar as lagrimas e elas cairam carregadas de magoa e tristeza pelo fim de uma historia que tinha tudo pra dar certo e que um dia foi uma bela historia daquelas que a gente acredita que o fim sera Felizes pra sempre ao inves de o final trágico onde aquele que amou mais não teve reconhecimento de toda a sua dedicação e o outro se de fato amou não soube como demostrar e cuidar. E assim ambos magoaram um ao outro e o fim foi Culpados pra sempre até que possam perdoar a si mesmos.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Sabe, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais.
Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências. Eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou revelando. Eu vou... e continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos.E vou dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem pra me dar.



Caio Fernando Abreu.

E a hora mais triste do amor, qual é?

Ah quem diga que o momento mais triste do amor é quando nos deparamos com o fim dele, sim o fim, o fim daquela magia, da vontade de estar junto, do desejo de compartilhar tudo desde momentos bons aos ruins, daquele querer dizer eu te amo e ouvir eu tambem, entre tantas outras coisas. E quando tudo isso se vai o que resta? Como admitir que hoje só se consegue apreciar o que passou e as forças para se criar ou viver novos momentos ja se foram? E o que colocar no coração para preenxer aquele vazio, pra impulsionar batimentos fortes de novo? e as borboletas do estomago quem vai provocar? e o tremor das pernas, será necessario um terremoto pra sentir de novo que o chão não ta embaixo dos pés? Na verdade é dificil admitir que o pra sempre, sempre acaba, até mesmo que continue, mas acaba, por mais que demoremos muito tempo pra nos darmos conta ou até mesmo para aceitar. E eu só queria saber como, como responder a estes questionamentos e descobrir como diz meu amigo Nando Reis, Quando foi que eu deixei de te amar? Onde eu deixei de te amar? E quem vai dizer tchau?

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

E assim é dado início..

E quem sou eu? Pergunta pouco ou muito complexa, mas pra começar de maneira simples, uma estudante de Psicologia, e cá entre nós, alguem cheia de conflitos que com certeza compartilharei aqui, gosto de música, preferência rock e mpb, adoro ler (Caio Fernando Abreu me entende tão bem), gosto de musculação, vermelho, branco, frio, chá, travesseiros, organização, barulho de chuva, abraços, beijos, carinhos, sou viciada em chocolates (eles me dão sensações mágicas), seriados ( eles sempre mostram casais invejaveis). Continuando, moro longe casa, assim praticamente sozinha, ja que minha cidade natal é pequena e não tem meu curso, tive que abdicar dos carinhos de mamãe em casa e começar a tomar conta do meu nariz, se bem que isso foi só uma desculpa pra abrir as portas pro mundo tão cedo, sem nem terminar o ensino médio resolvi ver até onde podia ir por um sonho e trouxe na mala um coração magoado e traido por alguem, na esperança de encontrar um remédio pra tanta dor. Ae vos pergunto: Adiantou? As feridas tiveram cura só com a mudança de uma cidade pra outra? Nada, quer dizer, não a princípio, pois quando alguem te faz mal, fugir dele nem sempre é a melhor saida o que vale é encarar, sofrer mesmo o que tiver de sofrer se entregar a dor e  ae sim se curar,  pelo ao menos foi uma mudança construtiva pra fazer de mim um alguem melhor, mais responsavel entre outros atributos positivos, mas lógico que no fundo do meu ser continuo a mesma nenem da mamãe, que reza para chegar as férias e dormir no aconchego do meu quartinho, mas fora isso há sim de fato uma mulher florescendo, que as vezes até me surpreende, mas que tambem se perde em busca de respostas para enfrentar os obstaculos da vida. Ah e por falar em mãe,  não tenho um bom relacionamento com meu pai, desde antes do natal não tenho noticias dele e pra ser sincera, mesmo ele sendo cheio de defeitos e não sendo um alguem bom tão bom pra mim, um alguem que eu espere me ligar e dizer que me ama e me colocar no colo dizendo saudades e eu estou aqui pra o que precisar filha, mesmo que não moremos mais no mesmo teto, entre tantas outras carencias em relação a ele, eu sinto falta,  falta de verdade mesmo, mas não desse pai e sim da pessoa que ele poderia ser pra mim, sinto saudades de coisas que não existiram, como o: estou orgulhoso por você filha, ou eu te amo mesmo sabendo que ambos não somos perfeitos e coisas assim, coisas que pais de verdade fazem. Mas ainda bem que mesmo diante de tal "tragédia da vida real", Deus me deu uma mãe maravilhosa que me ama sim e incondicionalmente, me deu uma irmã, familiares e amigos que esses sim eu sei que posso contar, sempre.
E é isso ae pra inicio de conversa. Um prazer enorme e beijos de alguem que vos mostrou só um pouquinho, pouquinho mesmo de quem é.